quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Capoeira e Handebol

História handebol

Em 29 de outubro de 1917, surgiu uma modificação no aperfeiçoamento do Handebol. O professor alemão da Escola Normal de Educação Física de Berlim Karl Schelenz, com a colaboração de dois patrícios, Max Heiser e Erich Konig trabalharam na formação do Handebol como esporte competitivo. No sentido de obter uma divulgação maior, enviou este trabalho, juntamente com as regras especiais do Handebol de campo, a países como: Estados Unidos, Irlanda, Itália, Suíça, França, etc.

Foi assim que surgiu este esporte competitivo, que anteriormente, era praticado apenas como preliminar e mais pelo sexo feminino. Agora, já seria praticado também pelo sexo masculino, o que aumentaria ainda mais o espírito de competição.

É por essa razão que chamamos Karl Schelenz, o pai do Handebol, já que foi ele quem adaptou o Torball para o Handebol, forçando assim, a popularização do jogo em toda a Europa. Este trabalho foi favorecido pelo fato de ter sido ele, professor da Faculdade de Educação Física de Berlim, onde havia muitos alunos estrangeiros, que levaram para seus respectivos países os conhecimentos ali obtidos. O professor Schelenz fez palestras sobre a nova modalidade em vários países europeus, entre 1920 e 1930.

História do handebol no Brasil

Apesar de muitas pessoas no Brasil ainda não conhecem o Handebol, este já tem vasta matéria a seu respeito, depois de sua introdução.

Sabemos que há alguns anos atrás vários Estados começaram a prática de Handebol e, por isso, têm suas histórias.

Neste ano de 2009 o Handebol brasileiro, completa 60 anos no Estado de São Paulo, onde até 1973 foi a base e o domínio.

Em 1978 aconteceu a crise e São Paulo perdeu a hegemonia, a liderança, que dominou longos e longos anos seguidos.

Nesta época, sem ninguém esperar e para surpresa de muitos (para não dizer de todos) surgiu o Estado de Minas Gerais pela sua prática de Handebol.

Aparecem após Rio de Janeiro, Brasília, os Estados do Paraná, Maranhão, etc., para constar o desenvolvimento de Handebol nestes referidos Estados.

O Jogo

O jogo de handebol é constituído por dois tempos de 30 (trinta) minutos com 10 (dez) minutos de intervalo entre eles, nas últimas olimpíadas ¾ em Atlanta 1996 ¾ foi permitida a utilização do tempo, como no voleibol.

O número de substituições é ilimitado mas elas tem de ser feitas no espaço de 4,45m que cada time possui especialmente para isso, elas são feitas também sem a interrupção do jogo e é preciso que um jogador saia completamente da quadra, antes que outro entre em seu lugar, caso ocorra uma substituição incorreta, ela deve ser avisada ao árbitro da partida pela mesa do jogo, que é constituída por um cronometrista e um marcador de gols. E, então, o jogador que cometeu a infração recebe uma punição de dois minutos. O objetivo básico do jogo de handebol é manobrar o adversário passando a bola hábil e rapidamente entre os jogadores e quando possível arremessá-la ao gol adversário, marcando um ponto caso a bola ultrapasse completamente a linha de gol. É preciso muito jogo de corpo para enganar o adversário e deixar um companheiro livre. Como no futebol e no basquete, é preciso mudar rapidamente de direção, velocidade e usar passes inesperados (às vezes no estilo NBA) para atingir o gol.

As punições no handebol são bastante rígidas e variam desde a advertência com o cartão amarelo até a desclassificação com o vermelho. A seguir, uma lista com todas as punições possíveis:

Cartão amarelo (advertência): serve como advertência a um jogador, é usado em algumas faltas, por reclamação ou quando o jogador não deixa a bola no lugar após a marcação do árbitro.

Dois minutos: o jogador de handebol que receber esta punição deve ficar por dois minutos fora do jogo, sem direito à substituição, ou seja, seu time fica com um jogador a menos durante dois minutos, esta punição é dada a faltas violentas ou a substituições incorretas. O jogador também recebe dois minutos caso for receber o segundo amarelo e caso o time já tenha dois amarelos, o próximo cartão será substituído por um dois minutos.

Cartão vermelho (desqualificação): quando um jogador receber um cartão vermelho ele deve retirar-se da quadra, também do banco de reservas e não pode mais voltar para a quadra durante a partida. O time fica com um jogador a menos durante dois minutos e depois desse tempo pode completar o time com outro jogador, desde que não seja aquele que foi expulso. Um jogador de handebol não pode receber mais de três durante uma partida, se isso acontecer ele é desclassificado do jogo, como se tivesse ganho um cartão vermelho.


Raízes africanas

A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas.

No Brasil

Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.

Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.

A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão. Do nome deste lugar surgiu o nome desta luta.

Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.

Três estilos da capoeira

A capoeira possui três estilos que se diferenciam nos movimentos e no ritmo musical de acompanhamento. O estilo mais antigo, criado na época daescravidão, é a capoeira angola. As principais características deste estilo são: ritmo musical lento, golpes jogados mais baixos (próximos ao solo) e muita malícia. O estilo regional caracteriza-se pela mistura da malícia da capoeira angola com o jogo rápido de movimentos, ao som do berimbau. Os golpes são rápidos e secos, sendo que as acrobacias não são utilizadas. Já o terceiro tipo de capoeira é o contemporâneo, que une um pouco dos dois primeiros estilos. Este último estilo de capoeira é o mais praticado na atualidade.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Capoeira - Trabalho do 4º Bimestre


Capoeira

Raízes africanas

A história da capoeira começa no século XVI, na época em que o Brasil era colônia de Portugal. A mão-de-obra escrava africana foi muito utilizada no Brasil, principalmente nos engenhos (fazendas produtoras de açúcar) do nordeste brasileiro. Muitos destes escravos vinham da região de Angola, também colônia portuguesa. Os angolanos, na África, faziam muitas danças ao som de músicas.

No Brasil

Ao chegarem ao Brasil, os africanos perceberam a necessidade de desenvolver formas de proteção contra a violência e repressão dos colonizadores brasileiros. Eram constantemente alvos de práticas violentas e castigos dos senhores de engenho. Quando fugiam das fazendas, eram perseguidos pelos capitães-do-mato, que tinham uma maneira de captura muito violenta.

Os senhores de engenho proibiam os escravos de praticar qualquer tipo de luta. Logo, os escravos utilizaram o ritmo e os movimentos de suas danças africanas, adaptando a um tipo de luta. Surgia assim a capoeira, uma arte marcial disfarçada de dança. Foi um instrumento importante da resistência cultural e física dos escravos brasileiros.

A prática da capoeira ocorria em terreiros próximos às senzalas (galpões que serviam de dormitório para os escravos) e tinha como funções principais à manutenção da cultura, o alívio do estresse do trabalho e a manutenção da saúde física. Muitas vezes, as lutas ocorriam em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão. Do nome deste lugar surgiu o nome desta luta.

Até o ano de 1930, a prática da capoeira ficou proibida no Brasil, pois era vista como uma prática violenta e subversiva. A polícia recebia orientações para prender os capoeiristas que praticavam esta luta. Em 1930, um importante capoeirista brasileiro, mestre Bimba, apresentou a luta para o então presidente Getúlio Vargas. O presidente gostou tanto desta arte que a transformou em esporte nacional brasileiro.

Três estilos da capoeira

A capoeira possui três estilos que se diferenciam nos movimentos e no ritmo musical de acompanhamento. O estilo mais antigo, criado na época da escravidão, é a capoeira angola. As principais características deste estilo são: ritmo musical lento, golpes jogados mais baixos (próximos ao solo) e muita malícia. O estilo regional caracteriza-se pela mistura da malícia da capoeira angola com o jogo rápido de movimentos, ao som do berimbau. Os golpes são rápidos e secos, sendo que as acrobacias não são utilizadas. Já o terceiro tipo de capoeira é o contemporâneo, que une um pouco dos dois primeiros estilos. Este último estilo de capoeira é o mais praticado na atualidade.

sábado, 21 de agosto de 2010

Estiramento ou distensao muscular

O que é a distensão muscular?

Ocorre após um movimento exagerado. As fibras musculares rasgam o termo correto, portanto, é ruptura e não distensão. A dor é aguda, em seguida vem a dificuldade de contrair o músculo e o inchaço e o inchaço, horas depois o local fica roxo. O tratamento é repouso absoluto. Bolsas de gelo aliviam a dor. Antiinflamatórios são contra-indicados, eles retardam o processo de cicatrização das fibras. A recuperação é de 3 a 4 semanas. A acupuntura potencializa a ação dos analgésicos. Além disso, as agulhas estimulam a produção do colágeno, importante substância na cicatrização. Para evitar o problema, recomenda-se antes de iniciar exercícios, um pequeno aquecimento e alongamento

Porque ocorre?

Ocorre por causa do alongamento exagerado das fibras que formam os músculos, acompanhado da ruptura de algumas delas. A dissensão é mais comum nos músculos da perna - especialmente na parte interna da coxa e na panturrilha. O alongamento exagerado é causado quando o músculo é exigido e alongado além de sua capacidade, geralmente como conseqüência de movimentos bruscos.


Sintomas

Os sintomas costumam ser dor aguda no local, inchaço e formação de hematomas.

Providências

Quando acontece uma distensão, o repouso do músculo afetado deve ser o procedimento número um. Continuar a movimentá-lo pode agravar a lesão e aumentar a dor. “É preciso colocar gelo no local o mais rápido possível, para diminuir a dor, a inflamação e o sangramento interno”. O tratamento com gelo deve ser repetido durante os primeiros dias. A aplicação de compressas quentes só deve ser feita depois desse tempo, para complementar o tratamento. Mas nunca imediatamente após a lesão. “O calor aumenta o inchaço e o sangramento”. Além do gelo, é necessário tomar analgésicos e antiflamatórios, mas sempre seguindo a orientação de um médico. Medicamentos como gel e pomadas para contusões não costumam ser eficazes nesses casos, uma vez que não conseguem penetrar até as fibras do músculo.


Prevenção

Para prevenir a distensão muscular e outros tipos de lesão, a principal recomendação é fazer um aquecimento e, principalmente, alongamento antes do início da atividade física. “O alongamento aumenta a capacidade de elasticidade dos músculos, o que melhora a resistência deles contra as lesões”, O cansaço muscular, a falta de preparo e a má alimentação também contribuem para o enfraquecimento das fibras.


Alimentação Overtraining Colágeno

Comer bem também serve para prevenir lesões musculares. Alimentos ricos em ferro (espinafre e feijão) e proteínas (leite e ovos) ajudam a aumentar a elasticidade e a capacidade muscular. O excesso de treinamento conhecido como overtraining, atinge o organismo por inteiro, com repercussões negativas em vários sistemas do corpo. A sobrecarga de exercícios físicos contribui para a perda da resistência dos músculos e facilita o aparecimento de lesões. Além da falta de alongamento, a falta de colágeno - uma proteína que permite a elasticidade dos tecidos - também é responsável pelas distensões musculares. Com o envelhecimento, a substância é produzida em menor quantidade pelo organismo.


COMO CURAR UMA DISTENÇÃO MUSCULAR

O Que Fazer. O Que Não Fazer

- Parar o exercício imediatamente quando sentir a dor. Continuar o movimento pode agravar a lesão; - Deixar o músculo lesado em repouso; - Colocar gelo no local. O gelo, além de ajudar a diminuir a dor, pode impedir o aparecimento do edema (inchaço) e do hematoma (mancha roxa na pele). Nas primeiras horas, deve-se aplicar compressas de gelo durante cerca de 30 minutos, de duas em duas horas; - Tomar analgésicos e antiflamatórios, sempre com a supervisão de um médico. Os remédios ajudam a diminuir a dor e aceleram o processo de recuperação do músculo; - Fazer fisioterapia. A movimentação do músculo, sempre com a supervisão de um profissional, é importante na recuperação, que leva de três a quatro semanas. A fisioterapia nesses casos é sempre indicada devido ao seu arsenal de terapias combinadas: Hidroterapia, Termoterapia, Crioterapia , e outros métodos. - Não continue a exercitar o membro, nem tente fazer alongamento para diminuir a dor; - Nunca aplique compressas quentes no local imediatamente após a lesão. O calor faz aumentar o sangramento interno do músculo e o aparecimento de edemas. O tratamento com calor pode ser feito após o período inicial de tratamento com gelo, para ajudar a diminuir a dor; - Evite fazer massagens no local, isso pode ajudar a agravar a lesão; - Não é necessário imobilizar o membro lesado; - Gel e pomadas para contusões não têm grande efeito no tratamento de distensões musculares, pois não penetram até as fibras musculares lesadas. O repouso do local da lesão é muito indicado.


Alunos: Mariane, Elevis, Paulo e Romario

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Trabalho de Fisica

Fraturas..
Alunos: Elvis, Mariane, Romario e Paulo

Fratura óssea

Fratura óssea é uma situação em que há perda da continuidade óssea, geralmente com separação de um osso em dois ou mais fragmentos após um traumatismo.

A sua gravidade pode variar bastante; algumas fraturas resolvem-se espontâneamente sem chegarem a ser diagnosticadas, enquanto outras acarretam risco de vida e são emergências médicas.

As queixas habituais são dores, incapacidade de mexer o membro e deformidade, embora possa variar consoante o tipo e localização da fratura. É uma situação frequente, havendo uma incidência aumentada em alguns grupos de risco tal como em mulheres após a menopausa, devido à diminuição da densidade do osso por osteoporose.

Classificação

Radiografia que mostra uma fratura abaixo da cabeça do úmero.

As fraturas podem ser classificadas de acordo com vários critérios.

Segundo a causa

As fraturas traumáticas correspondem à grande maioria das fraturas, e resulta da aplicação de uma força sobre o osso que seja maior que a resistência deste. Pode ocorrer no local de um impacto (fratura direta), num local afastado da zona de impacto (por exemplo, fratura da clavícula após queda sobre a mão - fratura indireta), ou por contracção muscular violenta (fratura por tração muscular).

As fraturas de sobrecarga ou de stress são devidas à aplicação repetida e frequente de pequenas forças sobre um osso, que leva a uma fadiga que condiciona a fratura.

Fraturas patológicas ocorrem num osso previamente fragilizado, por exemplo por osteoporose ou um tumor ósseo. Geralmente não há evidência de traumatismo que justifique a fratura.

Segundo a lesão envolvente

Nas fraturas simples não há perfuração da pele, ao contrário do que acontece nas fraturas expostas, onde pode ocorrer uma infecção bacteriana, havendo por vezes a necessidade de suturar a ferida.

Nas fraturas complicadas há atingimento de vasos sanguíneos ou nervos. Uma diminuição ou ausência dos pulsos, assim como palidez ou perda de consciência, podem indicar lesão de um vaso sanguíneo (mesmo que não haja hemorragia evidente), sendo importante nestes casos a prestação rápida de cuidados de saúde adequados.

Tratamento

A escolha terapêutica é baseada na avaliação de múltiplos factores. Na maioria dos casos a cirurgia surge como última opção, estando reservada para casos particulares como fraturas expostas ou complicadas, ou quando o tratamento conservador não eficaz na resolução de uma fratura (por exemplo, quando se desenvolvem pseudartroses). Existem contudo algumas excepções em que a cirurgia oferece melhores resultados.

Tratamento conservador

Este tipo de tratamento tenta optimizar as condições em que ocorre o processo natural de reparação do osso sem infligir traumatismos adicionais geralmente associados a uma cirurgia. O processo é variável consoante o osso atingido e o tipo de lesão em causa.

Geralmente envolve a redução da fratura, que pode ser feito com ou sem anestesia, e consiste em exercer uma tracção adequada sobre o membro afectado de forma a que os topos da fratura fiquem alinhados, ou seja, regressem à sua posição anatómica. Uma redução bem efectuada reduz o risco de consolidação viciosa, que é uma das sequelas mais frequentes das fraturas e que ocorre quando o osso cicatriza numa posição incorrecta.

Após a redução há habitualmente uma diminuição importante da dor, que pode até desaparecer por completo.

Depois do alinhamento dos topos da fratura, o membro afectado é estabilizado utilizando vários meios, sendo dos mais frequentes a tala gessada, o gesso fechado, ou o suporte com ligaduras elásticas. Esta estabilização tem por objectivo prevenir o movimento dos topos da fratura, para que não haja dor, e possa ocorrer uma reparação eficaz da lesão. Uma possível consequência de uma imobilização deficiente (ou de remover a imobilização demasiado cedo) é a formação de uma pseudartrose, uma situação que geralmente implica correcção cirúrgica.

O tempo em que é mantida a imobilização varia consoante o osso fraturado e a região do osso atingida, podendo variar de 3 a 8 semanas, ou mais.

Habitualmente são também utilizados medicamentos para alívio da sintomatologia, em particular analgésicos anti-inflamatórios (AINEs) para reduzir a dor e inflamação local.

Tratamento cirúrgico


Correcção cirúrgica de fratura proximal da tíbia, através de vareta e parafusos.

A cirurgia tem por objectivo restabelecer o alinhamento normal do osso, e manter esse alinhamento até a reparação da fratura. Permite também corrigir algumas lesões das partes moles, em especial vasos sanguíneos que possam ter rompido.

O restabelecimento da continuidade óssea por meio cirúrgico (osteossíntese) pode ser feito com recurso a várias técnicas, habitualmente com a utilização de placas e parafusos, varetas endo-medulares ou fios de Kirschner.